::Toyota Yaris Supercharger Vitz RS::

Publicado: agosto 3, 2009 em Toyota, Vitz, Yaris

“Não existe mulher feia. Foi você que não bebeu demais”. O dito popular pode ser convertido para a linguagem automobilistica da seguinte forma: “Não existe carro feio. Existe carro mal equipado”. Não que o Toyota Yaris seja feio, mas também não é nenhuma unanimidade no quesito beleza. Nada que algum dinheiro e um pouco de bom gosto não resolvam.

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O Toyota Yaris é um daqueles carros simpáticos, mas que não arrebatam logo à primeira olhada. É preciso acostumar-se e aos poucos ir imaginando algumas modificações. Desta forma a brincadeira vai longe e pode ficar bastante interessante, ainda mais quando o uso abusivo de peças da linha Racing da marca é amplamente utilizado.

Mas até mesmo um carro “simpático” pode ficar bonito. Basta saber o que aplicar. Neste exemplar os pára-choques dianteiros e traseiros foram substituidos por outros do modelo RS japonês (chamado de Vitz) e deste “irmão nipônico” também vieram as lanternas com LEDs integraos. Os emblemas com o nome Yaris foram dubstituidos por modelos com o nome Vitz (modelo japonês). Os faróis receberam projetores adaptados pelo proprietário. O chamado retrofit. Da Kaminari veio um capô em fibra de carbono com pintura na cor da carroceria, mas com um detalhe exponto o nobre material. As fechaduras das maçanetas foram excluidas e agora o carro só abre por sistema de destravamento do alarme.

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Com um raquítico motor de 1.5L, mas com ótimo desempenho dado o comando VVT-I desenvolvido pela Toyota, o proprietário não achou que as respostas do Yaris estavam tão boas assim e resolveu apimentar o hatch. Entrou em cena um compressor Blitz e desta mesma empresa veio o controle de abertura da borboleta, que por sua vez fora substituida pelo modelo que equipa o Toyota Celica 1.8L (1ZZ) com a compania também dos injetores deste modelo. Da divisão de competição (TRD – Toyota Racing Development), veio um CAI para ajudar a admissão. O alternador e a bomba de combustível foram substituidos por modelos da NST próprios para este tipo de upgrade. A capa do motor recebeu pintura preta anodizada, juntamente com a tampa de válvulas. O escape é inteiro em aço inox da TRD e teve seu fluxo otimizado sem dobras abruptas ou emendas nas curvas. Coisa fina. O câmbio teve suas trocas otimizadas com o uso de uma Quick Shifter da TRD e o embuchamento do cabo de acionamento da TWS Performance foi substituido por um conjunto da NST Shifter em alumínio, permitindo que os engates das marchas do câmbio automático sejam sempre precisos, rápidos e com menor chance de quebra, pois reduzem as vibrações vindas do motor que agora produz cerca de 130hps com o uso do compressor e das demais modificações. Por não utilizar peças forjadas e nem mesmo visar uma preparação exagerada, o Yaris ficou muito mais esperto e com boas retomadas. Justamente o que o proprietário buscava!

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A suspensão recebeu novos amortecedores reguláveis da Tokiko modelo HTS (D-Spec) e molas da TRD, produzidas pela Eibach que rebaixaram a carroceria sem perder o conforto. Da TRD veio também a barras anti-torção traseira mais grossa, reduzindo a inclinação e oscilação da carroceria em curvas. Unindo as torres dianteiras está uma barra estrutural superior da Nitto. As rodas são as belas König modelo Race Silver Featherlights de medidas 7×17″ calçadas com baixos pneus Falken Ziex512 de medidas 205/40-17″. Um dos pontos interessantes do conjunto é que as rodas são extra-leves, pesando meros 7,6kg o que alivia o trabalho da suspensão.

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Internamente o Toyota Yaris recebeu um trio de manômetros juntos à coluna “A” para monitoramento do motor. Estão ali instalados um manômetro de pressão do supercharger, manômetro de pressão do óleo e um medidor da mistura ar/combustível da AutoMeter. As pedaleiras foram substituidas por modelos em alumínio e um pedal extra para descanso do pé esquerdo (dead-feet, ou pé-morto) foi confeccionado em alumínio pelo proprietário. As coifas do câmbio automático e freio-de-mão foram costuradas com linha vermelha no couro preto e receberam manoplas Momo vindas de um MG Rover modelo MGF que se assemelham muito à modelos orientais. O couro invadiu também os bancos, forros de porta e o apoio de braços central, além de revestir o volante, melhorando sua empunhadura.

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A sonorização fica por conta de uma unidade central Soundstream Piano Black que toda o kit de duas vias de 6,5″ da Clarion instalado nas portas dianteiras, as triaxiais de 5,25″ da Rockford Fosgate instaladas nas portas traseiras e o subwoofer Punch de 10″ da mesma marca com a ajuda de amplificadores Rockford Fosgate da linha Punch instalado em um rack oculto no porta-malas. O painel recebeu ainda um console para abrigar iPods e entradas auxiliares, além de um computador de bordo da Scangaude série II de 1/2Din abaixo da unidade central com iluminação âmbar, para combinar com os demais mostradores do interior.

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Tenho enormes dificuldades em achar um carro feio (na minha opinião, até um Tata Nano fica bacana com rodas grandes, baixo e uma melhorada no interior) e isso é motivo de guerra em algumas discussões. Um belo conjunto é que faz o todo e não o contrário.

Mais um exemplo de bom gosto com poucas modificações.
Abraços!

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comentários
  1. Celso disse:

    TRD Ruleeees! Ficou bonito!

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